Os pacientes sentem menos fome, se satisfazem com menor quantidade de comida e mantêm a sensação de saciedade por mais tempo. “Podemos comparar alguns efeitos das canetas emagrecedoras aos da cirurgia bariátrica”, comenta o cardiologista dr. Eduardo Martins.
A perda de peso é importante para resguardar a saúde do coração, especialmente pelo impacto direto em fatores de risco como hipertensão, diabetes e colesterol elevado. O alerta, entretanto, está ligado ao uso das canetas sem acompanhamento médico, o que pode levar à subestimação de efeitos colaterais relevantes.
Dr. Eduardo explica que, atualmente, a obesidade é considerada uma doença e as canetas emagrecedoras são ferramenta moderna e segura no processo de emagrecimento. “Mas são um acessório, não fazem milagre”, insiste o cardiologista, sendo aliadas para melhorar a disposição e abrir caminho para a mudança de hábitos.
A nova rotina precisa incluir a prática de exercícios físicos e reeducação alimentar, com redução do consumo de açúcar e de bebidas alcoólicas, além da menor ingestão de carne vermelha, por exemplo.
Um dos grandes complicadores da obesidade é o acúmulo de gordura visceral entre os órgãos do abdômen. Esse tipo de gordura libera substâncias inflamatórias que aceleram a formação de placas nas carótidas e coronárias, artérias importantes do sistema circulatório.
Inclusive, a própria cardiologia mudou bastante. A obesidade passou a ser vista como promotora direta de insuficiência cardíaca, fibrilação atrial, doença coronariana, inflamação vascular, apneia obstrutiva do sono e remodelamento cardíaco.
A obesidade também é gatilho para ativar doenças como diabetes e hipertensão em pessoas com predisposição genética. “Mas boa parte dos pacientes desenvolve essas doenças por causa do sobrepeso, então, quando sai a gordura, saem também hipertensão e diabetes”, informa dr. Eduardo.
O tratamento com as canetas emagrecedoras pode durar, em média, entre seis e 18 meses, de acordo com a avaliação médica. “Se não houver mudança no cotidiano, quando deixar de usar a caneta, o paciente voltará a ganhar peso num ritmo que pode, inclusive, ser ainda mais rápido do que o emagrecimento.”
DO XXXG AO G
O comerciante Luiz Antônio Matheus, de 66 anos, emagreceu 44 quilos. Ele chegou ao consultório com 140 quilos e engordou mais dois antes de ouvir do dr. Eduardo que se não fosse se comprometer com o tratamento era melhor pararem por ali. “Eu fiquei com vergonha”, conta o paciente.


Ele lembra que não conseguia amarrar os próprios calçados, nem cruzar as pernas ou pilotar moto. Estava com arritmia cardíaca, pressão alta, diabetes e colesterol elevado.
Ao longo de dois anos, com acompanhamento nutricional, Luiz trocou a cerveja por vinho, doces por frutas e adotou academia e pilates como compromissos de rotina. Segundo ele, o primeiro efeito foi na autoestima.
“Há anos eu não podia comprar uma camisa polo, por exemplo. Depois de usar roupas no tamanho XXXG agora já consigo usar até G”, relata. De três remédios para a pressão, passou a tomar apenas um. “Rejuvenesci 20 anos e quero eliminar a obesidade da minha vida”, comemora.
Entre as mulheres, a questão estética certamente influencia no uso das canetas emagrecedoras, mas a dona de casa Tatiane Vetorello já tinha desistido de emagrecer depois de experimentar diferentes tipos de remédios. “Me faziam muito mal”, relembra.


Os exames feitos pelo cardiologista dr. Eduardo Martins apontaram colesterol alto, obesidade, pressão alta e apneia. A recomendação para ela foi o uso de canetas emagrecedoras aliado à prática de exercícios físicos e acompanhamento nutricional.
Ela emagreceu 16 quilos em menos de um ano. “Durmo melhor, estou mais animada, senti mudanças na autoestima e reduzi a quantidade de remédios. Faço isso por mim, pela minha saúde,” comenta.
SAÚDE ALÉM DA BALANÇA
O cardiologista dr. Eduardo Martins ressalta que a grande questão relacionada ao uso de canetas emagrecedoras é o descontrole na perda de peso ou a perda de peso sem saúde. “Perder massa proteica e massa muscular de forma indiscriminada não faz bem”, argumenta.
Ele defende o monitoramento especializado dos possíveis efeitos colaterais que podem incluir: perda excessiva de apetite, deficiência proteica pela baixa ingestão de nutrientes, alterações na pressão arterial e complicações gastrointestinais. “As canetas de emagrecimento fazem parte de uma visão de saúde mais ampla, capaz de nos beneficiar significativamente,” conclui o cardiologista.
SERVIÇO
Dr. Eduardo Martins – cardiologista
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Por ASSESSORIA